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APRESENTAÇÃO: Relações Culturais

guiadamusica.org

Na primeira seção desse site mantemos o mapeamento dos organismos institucionais a nível nacional, regional e internacional, assim como o das associações e serviços culturais. Publicamos nele alguns textos para tentarmos entender juntos a nova realidade tanto nacional quanto global onde as políticas públicas terão que ser pensadas, desenvolvidas e implantadas.

Políticas públicas para associar a cadeia criativa à cadeia produtiva,  o primeiro texto, traça as metas do novo Ministro da cultura Juca Ferreira, que vem dar continuidade ao trabalho desenvolvido por Gilberto Gil para acordar a cultura e a arte no grande corpo plural brasileiro através do que ele batizou de “do-in antropológico”  evocação bio-poético-filosófica que marcou sua gestão.
Música em movimento, o segundo texto é assinado por Pena Schmidt, um dos pilares da história da indústria da música no Brasil, produtor musical, diretor artístico nos anos 80 da Warner em São Paulo ao lado de André Midani, foi presidente da Associação Brasileira de Música Independente - ABMI, hoje superintendente do Auditório Ibirapuera.

Sentimos aqui a importância  da continuidade do diálogo iniciado pelo Fórum Nacional e a Câmara Setorial da Música, pois mesmo se ainda não obtivemos um resultado objetivo das discussões ai estabelecidas, elas são fundamentais para uma real fusão dos novos corpos que surgiram na rede de produção no mundo digital. Pena Schmidt afirma que o “modelo necessário para uma nova "distribuição" de música não será mais um simples acordo entre partes comerciais: terá de fazer parte da Constituição, um contrato social que irá mudar as leis.”

Os condicionamentos da diversidade no mundo contemporâneo texto de Michel Nicolau, jovem sociólogo da cultura brasileiro e poeta, intimo do meio musical e do universo associativo e de exportação da nossa música fazendo parte da associação que funciona como uma agência de exportação da cultura brasileiroa a Brasil Música & Arte - BM&A.

Ele situa suas reflexões na difícil questão da diversidade e das identidades nacionais e infra-nacionais num mundo globalizado e exposto às novas mídias, cujas ações contudo ainda são monopólio de um pequeno número de empresas.

Por fim publicamos aqui Pernambuco e as novas interfaces digitais por Rafael Cortes da Coordenadoria de Música, Diretoria de Políticas e Linguagens Culturais da Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco – Fundarpe, que nos mostra como o Governo do Estado de Pernambuco está ouvindo e democratizando as novas interfaces digitais na cultura, através da criação de um portal, que integra o Programa Pernambuco Nação Cultural, hoje o mais avançado instrumento de política pública de cultura do Governo e que tem por objetivo primordial o fomento e a difusão da cultura pernambucana.



 
 

 

 

 

 


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